O projeto Casa Aberta é uma idealização do fotógrafo mineiro Rodrigo Ladeira e nasceu da ideia de apresentar para outras pessoas fontes e ideias de decoração que fossem acessíveis financeiramente para ele e para nós, gente comum que vive, trabalha e cuja realidade em casa apresenta-se muito diferente dos ambientes extremamente sofisticados e montados que vemos comumente nas revistas de decoração. A ideia é “mostrar casas, escritórios, lojas e restaurantes que com apenas uma boa ideia e baixo custo seus donos conseguiram transformar o espaço em um lugar bonito e confortável.”

 

O projeto cresceu e hoje é fonte de inspiração para muita gente. Eu conheci o site recentemente e já me apaixonei pelas casinhas tão “reais” apresentadas no Casa Aberta. Casinhas que poderiam ser minha ou de vocês, casinhas com soluções simples em móveis, decoração e espaço, mas que apresentam um elemento fundamental em comum: muito amor em cada detalhe. Toda segunda, quarta e sexta um novo espaço vai pro ar para inspirar. O Rodrigo já se acostumou a visitar casinhas para fotografar e tomar um café. E detalhe: cada um que deixa a Casa Aberta recebe um quadrinho especial em troca.

 

Acho que o projeto é tão especial justamente por “mostrar casas, quartos, escritórios e lugares de gente como a gente, sem móveis caros ou dinheiro para decorador.” É o viver e morar de gente que batalha e vai criando e recriando a casinha um pouquinho a cada novo dia, dando a ela um elemento especial que deveria ser o propósito de toda decoração: tornar um ambiente único, que reflita a personalidade do morador, suas ideias, cultura, motivações e inspirações.

 

Quer ver só? Confere só alguns lugarzinhos pelos quais o Casa Aberta já passou:

 

Casa Aberta: o projeto que vai ganhar o seu coração

 

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Eu estive curiosa para conferir a história de Clare e Henry desde que soube da existência do livro  A Mulher do Viajante no Tempo, escrito por Audrey Niffenegger e lançado no Brasil pela editora Suma de Letras (a edição mais recente é do ano de 2009). Infelizmente, o livro é caríssimo, e até então eu não havia me deparado com o filme, cujo título no Brasil é Te Amarei Para Sempre!

 

Sexta-feira, às 22h45, o filme foi exibido pelo SBT e, claro, eu não poderia deixar de ver! Marquei horário com a poltrona, e, munida de um balde de pipoca, eu fui conferir, finalmente, a história de Henry, nosso viajante do tempo, e Clare, a garota que ele conhece na biblioteca onde trabalha e por quem se apaixona.

 

 

Te Amarei Para Sempre conta a história de Henry DeTramble (Eric Bana), um bibliotecário com uma rara modificação genética que o permite viajar – involuntariamente e sem controle – no tempo.  Suas viagens fazem com que ele esteja constantemente metido em encrencas, já que, ao viajar no tempo, ele aparece em outros lugares nu, e precisa encontrar roupas rapidamente, de modo que possa se misturar no meio das outras pessoas. Para isso, ele sabe truques suficientes de arrombamento de portas, o que constantemente termina com ele sendo perseguido pela polícia ou por um grupo de homofóbicos quando tudo o que ele consegue encontrar é uma camiseta rosa e um short colado.

 

Um dia, ele conhece Clare Abshire (Rachel McAdams), e ela não consegue conter sua surpresa e seu fascínio por finalmente encontrá-lo (ou reencontrá-lo, por assim dizer, dessa vez no tempo correto). Clare conhece Henry desde criança, quando ele, ainda um estranho, apareceu nu no campo atrás da casa dela, onde ela costumava brincar. Depois que Clare oferece para ele seu manto, Henry conta a ela que veio do futuro, e que, um dia, eles serão bons amigos. Ela diz não acreditar em homens capazes de viajar no tempo, mas Henry a convence da verdade das suas palavras quando desaparece subitamente na frente dela. Nos dias, semanas, meses e anos seguintes, Clare deixa uma muda de roupas no campo para o seu visitante, e, conforme cresce, ela começa a se apaixonar por ele.

 

O encontro deles no tempo correto logo conduz a uma paixão. Mesmo diante de todos as dificuldades (como, por exemplo, Henry desaparecendo nas horas mais impróprias, podendo permanecer minutos, horas ou mesmo dias em algum lugar perdido no tempo), eles decidem ficar juntos. Mas será que esse relacionamento pode mesmo sobreviver aos constantes desaparecimentos de Henry?

 

 

Não posso mentir: eu fiquei bastante confusa com as constantes viagens no tempo de Henry. O filme todo se passa de maneira fragmentada, começando pelo momento em que Clare e Henry se conhecem, já adultos, sendo complementado por meio das viagens de Henry, que vão nos mostrando como Clare conheceu Henry quando ainda era uma criança. As peças do quebra-cabeça vão se encaixando lá para o final do filme, mas algumas coisas realmente continuam confusas para mim. Imagino que isso não teria acontecido caso eu houvesse lido o livro antes (mesmo sabendo que muitas adaptações foram feitas em relação a história original, inclusive que o final do filme é bem diferente do final do livro).

 

De qualquer forma, o romance em si é adorável. A história de amor é sólida, aquela promessa de amor que dura “para sempre” (talvez o título Te Amarei Para Sempre sirva ao propósito do filme quando visto deste ângulo). O amor de Clare por Henry, um amor que aceita as dificuldades advindas da rara mutação genética dele, é bonito e profundo, e realmente cativa os fãs desse gênero mais romântico e dramático.

 

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Andrew Lincoln  é Rick Grimes, um policial que, ao ser ferido durante o trabalho, vai parar no hospital, em coma. Quando ele acorda, algum tempo depois, descobre o hospital vazio. Lá fora, as ruas parecem desertas. Sua mulher e seu filho também desapareceram. Sem saber exatamente o que aconteceu e porquê a cidade está vazia, Rick acaba recebendo a ajuda de Mogan e Duane, pai e filho, os únicos remanescentes humanos da cidade que fora tomada pelos zumbis – esses seres que adoram devorar carne fresca. O mundo como Rick conhecera não existe mais. Certo de que Lori (Sarah Wayne), sua mulher, e Carl (Chandler Riggs), seu filho, ainda estão vivos, Rick parte em busca de ambos.

 

Lori acredita que o marido está morto. Salva pelo melhor amigo de Rick, Shane (Jon Bernthal), Lori e Carl vivem com outros sobreviventes em uma floresta nos arredores da cidade. Quando eles recebem uma transmissão pelo rádio, de um homem dizendo que está se aproximando da cidade, ficam apreensivos. Atlanta não é o que parece. É uma armadilha. E o estranho parece estar caminhando direto para ela.

 

 

Série do canal americano AMC, The Walking Dead foi baseada na série de quadrinhos homônima criado por Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard. Foi desenvolvida para a televisão por Frank Darabont (dos filmes “A espera de um milagre” e “Um sonho de liberdade”). A primeira temporada conta com apenas 6 episódios, exibidos no ano de 2010, que logo se tornaram sucesso de audiência na TV por assinatura dos EUA.

 

 

Eu já ouvia falar da série há muito tempo, mas não conseguia entender de fato toda a fascinação exercida por The Walking Dead. Mas fiquei bastante curiosa quando ouvi dizerem que não era bom comer enquanto assistia à série. Mesmo assim, foi só depois de assistir dois episódios da série aqui em casa com o meu pai que fiquei realmente curiosa. The Walking Dead é o tipo de série que você não consegue parar de assistir. O motivo? Ter certeza de que o mocinho não vai ser comido no final. 

 

Nojento, eu sei. Estômagos sensíveis devem passar há alguns bons metros de distância de uma televisão exibindo The Walking Dead. Eu realmente estranhei nos primeiros episódios, mas me acostumei com o passar do tempo. Não que eu tenha tido tempo suficiente para me acostumar com muito mais. SEIS episódios, gente? Nunca vi uma temporada assim tão curtinha. Nem dá tempo de amar ou odiar.

 

 

O começo da série é bem devagar. Algumas cenas se arrastam e se arrastam por tempo suficiente para fazer você bocejar. Alguns diálogos me fizeram revirar os olhos. Mas as coisas começam a melhorar nos episódios finais. O último é eletrizante, quando todos eles precisam enfrentar uma ameaça bem maior que o zumbis comedores de carne. Os efeitos especiais nem são assim tão especiais, mas convencem. No final? Você assiste o sexto episódio e mal pode esperar pelo próximo. É viciante! Nojento, mas viciante. (rs)